quinta-feira, 20 de julho de 2017

Com temperaturas negativas, morador de rua morre em Curitiba

Um homem de 41 anos morreu na Praça Tiradentes, no centro de Curitiba, nessa terça-feira (18), dia em que a cidade chegou a registrar -1,3°C, a temperatura mais baixa de 2017. De acordo com o prefeito Rafael Greca (PMN), a vítima recusou ser acolhida pela Fundação de Ação Social (FAS), órgão ligado à prefeitura, "por estar fortemente drogada e alcoolizada". A FAS informou que aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para verificar a causa do óbito.

Ainda conforme a administração municipal, Adilson José Juk era atendido pela FAS desde 2003 e foi encontrado sem vida por colegas, que dormiam na mesma região. A Polícia Militar (PM) e a entidade de assistência fizeram o primeiro atendimento e, após a constatação da morte pela equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o corpo foi encaminhado ao IML. "Não queremos perder ninguém por abandono, mas as forças do mal insistem no 'direito' de permanecer na rua", escreveu Greca, em sua conta no Facebook, usando a hashtag "Curitiba Gelada".

Também de acordo com a prefeitura, amigos de Juk relataram que ele havia sofrido duas convulsões nos últimos dias. O homem era atendido pelo “Consultório na Rua” e, prossegue a FAS, sempre descartava atendimento e acolhimento. A vítima também fez tratamento para dependência química. Hoje, a capital paranaense voltou a amanhecer a 0°C, graças à persistência da atuação da massa de ar polar, que traz ar frio e seco ao Paraná. Segundo o Instituto Simepar, a máxima chegou à casa dos 12ºC, no meio da tarde. A mínima foi abaixo de zero: -1,3°C durante a madrugada.
Números

Das 19 horas de terça-feira (18) às 7 horas dessa quarta-feira (19), a Prefeitura de Curitiba recebeu 195 pedidos de atendimento a pessoas em situação de rua. As solicitações foram feitas à Central 156, que recebe ocorrências de diferentes naturezas. A expectativa é de que o número aumente, já que equipes percorreram as regionais da cidade fazendo a busca ativa de homens e mulheres. A FAS disse que o relatório destes atendimentos será fechado nas próximas horas.

Para a ação emergencial, realizada sempre que a temperatura chega a 7°C, a fundação contou com 11 equipes de abordagem social, com 33 assistentes e educadores sociais e apoio técnico. Houve um reforço de duas equipes às 24 horas, em função da demanda. Na noite passada, de acordo com a entidade, 58 pessoas recusaram encaminhamento aos abrigos e permaneceram no local e 57 aceitaram acolhimento. Além disso, 68 não estavam no lugar apontado pelo cidadão que ligou ao 156.

Houve também um retorno para a família e um adolescente foi reencaminhado à unidade social onde já era atendido. Às 4 horas, diz a FAS, 95% das 900 vagas oferecidas para pernoite estavam ocupadas. “Mandei ampliar em 50 leitos as 800 vagas que tínhamos até ontem. Não queremos perder ninguém por abandono, contra nós a ideologia perversa do (falso) direito de ficar na rua adversa e gelada”, completou Greca.
Campanha

Em virtude das baixas temperaturas, um grupo encabeçado pelo Fórum Popular de Mulheres resolveu se mobilizar nas redes sociais, para arrecadar roupas de inverno e distribuir a pessoas em situação de rua. O primeiro mutirão acontece na noite de hoje, na Praça Tiradentes. Há diversos pontos de coleta distribuídos pela cidade. Mais informações podem ser obtidas no evento:https://www.facebook.com/events/560843750706608


Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/curitiba-morador-de-rua-morre-prefeito-diz-que-ele-recusou-atendimento,9d0eaef14f5abb2ca858055ffa44ca20carjo47h.html

BARBEIRAGEM Saiba quais as infrações de trânsito mais cometidas em Curitiba

Foto: Átila Alberti

Ultrapassar o limite de velocidade, estacionar em local proibido e trafegar pelas faixas de uso restrito aos ônibus. Esses são alguns dos itens que lideraram o ranking de multas em Curitiba durante o primeiro semestre de 2017. No entanto, o leque de infrações de trânsito registrado na cidade é ainda mais amplo.
O uso do celular ao volante tem lugar de destaque entre os motoristas curitibanos. Embora seja uma infração gravíssima com multa de R$ 293,47 e perda de sete pontos na carteira de habilitação, essa foi uma das principais violações ao Código de Trânsito Brasileiro registradas na capital de janeiro a junho de 2017. Os dados são da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran).
Somando as penalizações recebidas ao mandar mensagens, conversar e segurar o aparelho, foram emitidas 17.716 multas, o que equivale a 4,9% de todas as infrações.

Muita barbeiragem

“Vemos muita barbeiragem por aí! Inclusive, quase fui atropelada esses dias por uma motorista que estava falando no celular enquanto dirigia”, lamentou a pedestre Cícera dos Santos Nascimento, de 59 anos.
Moradora do bairro Campo Comprido, na capital, ela sempre caminha pelas ruas prestando atenção para não ser pega de surpresa por algum condutor desatento. “Eu vejo muita coisa errada, então sei que tenho que tomar cuidado. Naquele dia, eu estava aguardando para passar pela faixa de travessia elevada e percebi que o carro diminuiu a velocidade pra que eu fosse. Só que, quando coloquei os pés na rua, a motorista acelerou. Percebi que ela estava falando no celular”, recordou, indignada.
Outra situação frequente constatada pelas ruas é o uso indevido das faixas exclusivas. “Sei que não deveria fazer isso, mas já aconteceu de eu dirigir pelas vias onde está escrito ’ônibus’, principalmente nos casos em que eu precisava realizar alguma conversão próxima ou queria passar um veículo lento”, admitiu um motorista de 27 anos que preferiu não se identificar.
A ação do rapaz é uma infração gravíssima apresentada no inciso III do Artigo 184 do Código de Trânsito. Além disso, prejudica o tráfego dos coletivos que, com faixas e corredores específicos, tentam otimizar o tempo e beneficiar seus usuários. Em Curitiba foram registradas 22.024 notificações relacionadas a essa penalidade.
Para o taxista João Neto, que trafega pelas ruas da capital há 20 anos, dirigir pela cidade tem sido uma aventura. “Sempre encontro alguém andando pela contramão, furando o sinal vermelho e ultrapassando o limite de velocidade, principalmente nos finais de semana, quando muitos condutores bêbados saem por aí”, lamentou.
Inclusive, ele conta que já foi vítima de um acidente ocasionado pela mistura entre álcool e volante. “Eu estava parado em um ponto no bairro Caiuá, quando um carro desgovernado e em alta velocidade atingiu meu táxi com força. O motorista estava completamente bêbado e se machucou. Com certeza, ele colocou muitas pessoas em risco correndo daquele jeito”.
O que conforta João é saber que andar “apressadinho” por aí, seja pela irresponsabilidade de dirigir alcoolizado ou pela tentativa de “tirar o atraso no pé”, não sai barato. Afinal, os casos que não terminam em acidente acabam com infrações diversas que são registradas pelos radares espalhados pela cidade. Segundo a Setran, apenas no primeiro semestre de 2017 foram fotografados 145.905 “flagras” pelas ruas de Curitiba, totalizando 40,5% das notificações com multas leves, médias, graves e gravíssimas.

Estacionamento proibido

Outro campeão na geração de notificações é o “estacionamento proibido” em calçadas, guias rebaixadas, esquinas, canteiros centrais e, principalmente, nas vagas de idosos. Apenas na capital, essas penalidades ficaram com a posição de vice-campeã com 128.641 multas, ou 35,7% do total.
“O que a gente mais vê é carro estacionado na faixa amarela com placas de proibição. Já vi até veículo estacionar em cima da faixa de pedestres, obrigando os transeuntes a darem a volta pra atravessar a rua. É uma falta de respeito sem tamanho”, comentou a vendedora Fátima Guimarães Santos, 45.
Para ela, essa e outras violações no Código de Trânsito serão cada vez mais frequentes enquanto o respeito não for aprendido em casa. “Não adianta apenas termos leis rígidas e multas cada vez mais caras. O que precisamos é que os pais deem o exemplo para seus filhos. Meu marido trabalha como motorista e nós sempre orientamos nossos quatro meninos a respeitarem as leis. Afinal, se isso não for aprendido dentro de casa, o mundo vai ensinar da pior forma. E nem sempre a vítima de um acidente de trânsito tem essa segunda chance”, pontuou.
Fonte: http://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/saiba-quais-as-infracoes-de-transito-mais-cometidas-em-curitiba/

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A queda do Lula e o vizinho que mora ao lado



Com certeza a primeira condenação de Lula era uma das coisas mais esperadas dos últimos anos. É claro que ainda tem quem o defenda porque “ele foi um bom presidente”, “tirou o Brasil da miséria”, “ajudou aos pobres a comprar mais”, “deu o peixe ao invés de dar a vara e ensinar a pescar” e muitas outras coisas, mas não estou aqui pra falar de quem o defende e nem de quem o ataca, mas de quem, assim como eu, queria justiça diante das provas apresentadas e que alguns insistem em não querer ver. É como o vizinho que chega em casa, pega a mulher com o melhor amigo e age naturalmente como se nada tivesse acontecendo enquanto os “acusados” estão desesperados se vestindo e pensando: “Agora ferrou tudo!”, mas para a surpresa, o marido continua sendo o cara tranquilão de sempre. Prefere fingir que não viu nada para não perder o amigo que empresta dinheiro e o casamento de fachada.
A quase queda de “nine”, como é chamado nos bastidores da Lava Jato, digo quase porque ainda cabe recurso, defesa e as coisas que a gente já conhece no Brasil, mostra que ninguém, ninguém mesmo, está acima da justiça. O cara não pode ganhar uma eleição, dando uma de bonzinho, como foi o caso do “Lulinha Paz e Amor”, dar cargos e assistencialismo e achar que isso basta e meter os dez dedos, no caso dele nove, no dinheiro do povo achando que vai ficar impune. Ninguém está acima da lei. É como aquele vizinho que coloca um som nas alturas após as 23 hs e bêbado ainda grita: “a casa é minha e eu faço o que eu quero!”. Tudo bem, a casa é sua, mas se você vive em comunidade tem que seguir algumas regras coleguinha, ou vai chegar uma hora que temos que chamar a polícia para por ordem, porque muitos têm que trabalhar no dia seguinte.
Pessoas que acham que estão acima da lei, de acordos firmados e acham que aqui é brasil, eu digo: Aqui não é Venezuela, onde o cara se acha deus e manda na coisa toda. Temos sim responsabilidade em quem votamos e fomos um pouco culpado por ele ter sido eleito e feito o que fez. Até quem não votou nele, porque não basta apenas o seu voto contra ou a favor, você tem que fazer a sua parte convencendo as pessoas de que isso é bom ou ruim. É como um prédio em chamas. Você não pode sair e não se importar com quem ficou. Vamos gritar, vamos nos revoltar e vamos a luta companheiros, porque nunca na história desse país vivemos um momento como esse e podemos começar a mudar. Ano que vem tem eleições então não reeleja ninguém! Vamos a luta porque a mudança começa na sua rua. Isso aqui é Brasil, com “B”.


Leandro Resende

sábado, 15 de julho de 2017

Jorge Farjalla atualiza Nelson Rodrigues em espetáculo com Leticia Spiller e Rosamaria Murtinho

Fui assisti ao espetáculo "Dorotéia" em Curitiba-PR e sai impactado. A farsa irresponsável de Nelson Rodrigues ganha uma nova roupagem que na minha opinião deveria ser a última, pois qualquer outra montagem depois desta seria como a tentativa de refilmar um clássico de super sucesso do cinema com vários Oscars, ou seja, impossível. Uma produção impecável e pensada nos mínimos detalhes, deste a folha no chão do cenário maravilhoso, passando pelo figurino impecável e a música executada ao vivo com vários sons minimalistas que dão todo o ar de mega produção. Mas vamos por partes, lógico sem contar tudo... rsrsrs...


Sobre Jorge Farjalla:
Já faz um pouco mais de 10 anos em que vi uma montagem do diretor Jorge Farjalla, com atores desconhecidos do grande público e com ele em cena em uma atuação memorável. A peça era "Álbum de Família" do mesmo Nelson Rodrigues. Posso dizer que naquela época Farjalla mudou a minha visão de fazer teatro. O estudioso e especialista em Nelson, trás toda sua essência para "Dorotéia", mesmo sendo um espetáculo diferente, voltei ao tempo e pude sentir a marca registrada de Farjalla em cada detalhe. O diretor responsável pela farsa irresponsável mudou mais uma vez a vida e carreira dos atores que estão em cena com apresentações memoráveis e posso dizer, imortais. A parceria entre Murtinho e Spiller é uma das melhores de todos os tempos no teatro e parecem que as duas se conhecem pelo olhar. Parabéns por dar ao teatro a sua brilhante contribuição e fico feliz por ter assistido um dos melhores espetáculos dos últimos tempos.


Sobre Rosamaria Murtinho:
A Dona Flávia de "Dorotéia" que completa 60 anos de carreira é a prova viva de que o ator/atriz sempre pode surpreender se não se acomodar na profissão. Costumamos ver Rosinha, assim chamada carinhosamente pelos amigos, com papeis de mulheres belas e poderosas, ricas, sendo vilã ou mocinha, mas agora Rosamaria Murtinho pode dizer que ultrapassou os limites da reinvenção e criou um novo patamar. É claro que não vi todos os trabalhos dos 60 anos de carreira dessa que considero uma das melhores atrizes do mundo, mas posso dizer, sem medo de errar que esse é o melhor trabalho de sua vida e na sua melhor forma. Rosamaria estava gripada, o que para alguns artistas é motivo para cancelar um espetáculo, mas até as tosses foram na hora certa para compôr a personagem em cena. Parabéns Rosamaria Murtinho por nos dar essa interpretação e é uma pena que esse espetáculo não possa ser exibido na tv, pois seria fabuloso. Você merece todos os prêmios possíveis por sua carreira e por ter dado vida à Dona Flávia de forma tão magnífica.


Sobre Leticia Spiller:
A personagem que dá nome ao espetáculo surpreende a todos com mais uma apresentação impecável. Jorge Farjalla tirou o melhor da grande atriz que é Spiller. Seus olhos de esmeralda são vivos quando está em cena e dizem muito sem abrir a boca. Leticia se permite ao melhor personagem de sua carreira, não menosprezando nenhuma outra interpretação que conhecemos, mas Dorotéia mostra uma Letícia que não vemos na tv e o trabalho corporal é fabuloso. Letícia vai do rosto angelical ao olhar sedutor ou de prazer em segundos e mostra que existe em sua carreira o AF/DF (Antes de Farjalla e Depois de Farjalla). Parabéns Leticia por nos presentear com seu talento. 


Alexia Dechamps:
A sempre bela Alexia encena a feia Maura, irreconhecível em cena que parece uma velha carrancuda até o ápice escrito por Nelson. Suas expressões faciais que não se desmontam em nenhum minuto fez-me reparar que Alexia tem um talento além do que conhecemos e que estava escondido em algum lugar. Em cena não vemos a bela mulher com corpo maravilhoso, sempre explorado na tv, como é normal para atores/atrizes bonitos, mas uma expressão corporal digna de premiação. Não sei quais os projetos futuros dessa belíssima atriz, mas tenho certeza que veremos uma Dechamps diferente daqui pra frente. Apaixonei-me por ela em sua interpretação.


Dida Camero:
Dona Assunta da Abadia entra para mostrar que não existe nenhuma diferença entre personagens principais ou coadjuvantes. Suas entradas sempre rendem boas risadas ao espectador e mostra ainda mais o lado cômico de Dida que é mais um "monstro" do teatro, no bom sentido, pois como costumamos dizer, ela destrói em cena com sua atuação. Parabéns grande atriz.


Jaqueline Farias:
A Carmelita é uma das transformações mais incríveis do espetáculo. Tanto que nem a reconheci fora de cena, já sem a maquiagem, figurino e adereços. A mudança é magnífica e impressionante. Temos que reconhecer que ela e Dechamps são um dupla perfeita, orquestrada por Rosamaria. Parabéns e aplaudo de pé sua atuação.



Maureen Miranda:
Maria da Dores foi uma das que mais me chamaram a atenção em cena. Debaixo de um véu boa parte do tempo é impossível tirar os olhos dela em cena. Uma composição cênica e expressão corporal incrível e quando está sem o véu é ainda mais graciosa em sua interpretação. Assim como Jaqueline, Maurren fica irreconhecível com sua careca, expressão corporal e facial em cena. Uma interpretação única!


Os Homens Jarro:
Samuel Melo, que também interpreta Euzébio da Abadia ganha destaque sem dizer uma palavra com entradas pontuais e marcantes. Daniel Martins, o Nepumuceno tem igual participação com suavidade e firmeza para o andamento da peça. Du Machado, Fernando Gajo, Pablo Vares e Neco Yaros dão o toque masculino e precioso no espetáculo. Jorge Farjalla explica: "Senti a necessidade de trazer, não só simbolicamente, mas fisicamente... e estão aqui para reforçar que a vontade de amar e o desejo são iminentes".


No mais:
Parabéns a toda a equipe maravilhosa de todas as áreas. É um espetáculo único e impecável!


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Rosamaria Murtinho e Leticia Spiller em Dorotéia


Para comemorar os 60 anos de carreira, Rosamaria Murtinho interpreta a protagonista e vilã Dona Flávia na peça Dorotéia, texto de Nelson Rodrigues, dias 14, 15 e 16 de julho, sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 18h, no Guarinha. No elenco Letícia Spiller e mais 10 atores. 

Dorotéia tem direção e encenação de Jorge Farjalla, mantendo e ampliando o diálogo com questões contemporâneas. A peça estreou em fevereiro de 2016 no Rio de Janeiro e fez quatro temporadas, com casa lotada. Foi apresentada em Uberlândia, Araxá, Maceió, Recife e Salvador. Em 2017 ficou em cartaz por dois meses em São Paulo.
Escrita em 1949, Dorotéia fecha o ciclo das obras do teatro desagradável de Nelson Rodrigues, intitulado pelo crítico Sábato Magaldi como peças míticas, sendo a única farsa escrita pelo autor. 
O texto é uma ode à beleza da mulher, título da obra, que segue em busca da destruição de sua própria beleza para se igualar a feiura de suas primas Dona Flávia, Maura e Carmelita.


Texto: Nelson Rodrigues


Direção e encenação: Jorge Farjalla


Direção musical: João Paulo Mendonça

Elenco: Rosamaria Murtinho, Leticia Spiller, Alexia Dechamps, Dida Camero, Jaqueline Farias e Maureen Miranda, Diogo Paschim, Du Machado, Fernando Gajo, Neco Yaros, Pablo Vares e Samuel Melo


Homens Jarro: Daniel Martins, Du Machado, Fernando Gajo, Neco Yaros, Pablo Vares e Samuel Melo


Figurinos: Lulu Areal


Iluminação: Jorge Farjalla, Jessica Catharine e José Dias


Fotografia: Carol Beiriz


Realização: MRM Produções Artísticas
Serviço


Dorotéia


Dias 14, 15 e 16 de julho, sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 18h


Auditório Salvador de Ferrante – Guarinha


Classificação: 16 anos


Ingressos: Plateia: R$ 100,00. Balcão: R$ 80,00



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